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Nem o mais antigo, nem o mais alto, mas, o maior símbolo
Com projeto elaborado pelo arquiteto e engº Plínio Botelho do Amaral, mas adaptado pela Construtora Camargo & Mesquita, a pedido da diretoria, que o desejava semelhante ao Empire State Building, em Nova York.
 

UM ÍCONE QUE REPRESENTA O PROGRESSO PAULISTA
O edifício do Banco do Estado de São Paulo, (conhecido posteriormente, também, como Edifício do Banespa) é um dos mais emblemáticos da capital paulista, sendo o 3º mais alto da cidade, e o 4º mais alto do Brasil. 
Sob a razão social Banco de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo, foi fundado em 1909 e controlado, inicialmente, por capitais franceses, liderados pelo banco Joseph Loste & Cie. Nacionalizado em 1919, no governo Altino Arantes, teve o Tesouro do Estado de São Paulo como acionista majoritário.
Em 22 de setembro de 1927, sua denominação social se alterou para Banco do Estado de São Paulo S. A., nascendo assim um novo banco, centrado na defesa e no financiamento do café. Na ocasião, o Tesouro do Estado e o Instituto do Café de São Paulo detiveram, juntos, 89,6% do capital social.
Passando por período de grande expansão, o Banco do Estado de São Paulo necessitava de sede maior para seus negócios. O primeiro local, escolhido para essa finalidade, era inadequado, pois ficava na Praça Ramos de Azevedo, defronte ao Teatro Municipal (onde depois se instalaria a Loja Mappin), distante do centro bancário compreendido pelas ruas São Bento, XV de Novembro, Boa Vista e adjacentes.
Decidida a mudar-se para a área de maior destaque econômico, sua diretoria acordou com a Santa Casa de Misericórdia em trocar o imóvel da praça Ramos por outro, ficando com um na rua João Brícola. Com a compra de mais alguns ao redor e a demolição de todo o conjunto, iniciou, então, a construção do novo edifício-sede.
O projeto foi elaborado pelo engenheiro e arquiteto Plínio Botelho do Amaral, mas adaptado pela construtora Camargo & Mesquita, a pedido da diretoria, que o desejava semelhante ao do Empire State Building, em Nova Iorque. As obras se iniciaram com o lançamento da pedra fundamental, em 19 de setembro de 1939. Após dificuldades com o lençol freático nas fundações, a construção desenvolveu bom ritmo, sendo inaugurada em 27 de junho de 1947 pelo governador eleito Adhemar de Barros, como o edifício mais alto de São Paulo (161,22 metros), título que lhe pertenceu até 1960, quando da inauguração do Palácio Zarzur&Koogan, atual Mirante do Vale.
Em novembro de 1948, a conhecida revista francesa “Science et Vie” o considerou como o de maior estrutura de concreto armado no mundo, posto que os demais prédios (incluíndo os norte-americanos Empire State Building, o maior na época, e o Chrisler Building, o segundo) tinham construções de estrutura metálica.
Nesses 61 anos o edifício recebeu poucas alterações externas, passando, apenas, por limpezas e reconstituições da fachada, visto seu revestimento ser de pastilhas de altíssima qualidade (?).
Em 20 de novembro de 2000, por meio de leilão internacional, o Banco do Estado de São Paulo passou para o controle do grupo espanhol Banco Santander Central Hispano.
Uma das primeiras boas iniciativas dos novos donos foi criar o Museu BANESPA, que reúne a história do banco, desde sua inauguração em 1909, como Banco de Crédito Hipotecário e Agrícola do Estado de São Paulo (iniciado com a cultura cafeeira do Brasil), até os dias atuais, perto de completar cem anos.
Instalado nos 2º e 3º andares, possui 993 objetos e mobiliários, 1.004 obras de autores importantes da arte brasileira, como Manabu Mabe, Portinari e Di Cavalcanti, 98 fotografias assinadas, 66 tapetes orientais e nacionais, 30.120 documentos históricos, 98 fotos e 85 esculturas. O fascínio já principia pelo saguão, com seu belíssimo lustre de cristal nacional em estilo "dèco-eclético", de 13 metros de altura, dez mil peças de cristal, 150 lâmpadas e 1,5 tonelada, feito nos moldes do edifício.
 
TORRE BANESPA – uma visão inigualável de São Paulo
Ela é um dos grandes e mais populares destaques do edifício, situado, por sinal, no ponto topograficamente mais elevado do centro de São Paulo,a cujo tôpo se chega partindo de seu 34º. Andar, mais dois outros andares por escada. O mirante permite visão panorâmica de 360 graus da cidade e alcance de até 40 quilômetros, nos dias claros, sendo possível observar-se, dali, a Serra do Mar, o Pico do Jaraguá, o conjunto formado pelos prédios da Avenida Paulista, além de marcos significativos como o Mercado Municipal, a Catedral da Sé, o Edifício Itália e vários dos bairros mais centrais. Cerca de cinco mil pessoas visitam-no, mensalmente.
Em seu topo, uma bandeira paulista (do estado de São Paulo) medindo 7,20 metros de largura por 5,40 de altura, é trocada a cada mês, por conta do desgaste provocado pelos fortes ventos. Durante janeiro a bandeira paulista é substituída pela paulistana, homenageando a cidade de São Paulo por seu aniversário, que ocorre dia  25.
Serviço:
BANESPA (EDIFÍCIO ALTINO ARANTES) MUSEU SANTANDER
End.: Rua João Brícola, 24 – Centro – São Paulo – (Metrô São Bento)                             
Tel.:  (11) 3249-7180 
E-mail: museusantander@santander.com.br                                                                       
Horário: De segunda a sexta, das 10h às 17h.grátis                                                                 
                                                                                                                                           

 
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