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SÃO PAULO 456 anos - Fundação de Padre Manuel da Nóbrega
Nóbrega sendo admirador do trabalho de Paulo de Tarso (São Paulo), imprimiu em seu trabalho de catequização, o mesmo amor cristão, e quis homenageá-lo dando seu nome à nossa cidade.
 

São Paulo 456 anos – fundação de Padre Manuel da Nóbrega

  

Portugal se preparava para ocupar as terras ganhas na partilha do "Tratado de Tordesilhas", enquanto a Igreja Católica enfrentava em 1517  a Reforma Protestante de Martinho Lutero.

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Tratou o Vaticano de contra atacar com a chamada Reforma Católica, só a partir de 1519. Anos mais tarde, criou a Companhia de Jesus (em latim: Societas Iesu, S. J.), cujos membros são conhecidos como jesuítas, é uma ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados pelo basco Íñigo López de Loyola, conhecido posteriormente como Inácio de Loyola. É hoje conhecida principalmente por seu trabalho missionário e educacional.

Manuel da Nóbrega (Sanfins do Douro, 18 de Outubro de 1517Rio de Janeiro, 18 de Outubro de 1570) foi um sacerdote jesuíta português, chefe da primeira missão jesuítica à América. As cartas enviadas a seus superiores são documentos históricos sobre o Brasil colônia e a ação jesuítica no século XVI. Viveu por 53 anos, dos quais 21 anos finais aqui no Brasil Colônia. Portanto,  tinha 37 anos de idade, quando fundou São Paulo.

Queremos destacar nesta matéria o seguinte: Manuel da Nóbrega,

filho do Desembargador Baltazar da Nóbrega e sobrinho de um chanceler-mor do Reino (segundo «Aventura Feliz, de Henrique Maria dos Santos, p. 119, Evora, 1999.) Estudou durante quatro anos na Universidade de Salamanca e se transferiu para a Universidade de Coimbra, bacharelando-se em direito canônico e filosofia em 1541. Recebeu o grau de bacharel em cânones das mãos do Dr. Martim de Azpilcueta Navarro, tio do padre João de Azpilcueta Navarro, e aos 27 anos, foi ordenado pela Companhia de Jesus (1544), fazendo-se pregador e atuando em Portugal e na Espanha.

 

Surpreendido com o convite do rei D. João III, embarcou na armada de Tomé de Sousa (1549). Chegaram à Bahia em 29 de março de 1549 e, celebrada a primeira missa de Salvador, ter-se-ia voltado para seus auxiliares e dito: «Esta terra é nossa empresa.»

Foi de Tomé, amigo e conselheiro, como também o foi de Mem de Sá, a serviço da Coroa, com a missão de dedicar-se à catequese dos indígenas na colonização do Brasil. Chegaram com ele os jesuítas Leonardo Nunes, João de Azpilcueta Navarro, Antônio Pires e os irmãos jesuítas Vicente Rodrigues e Diogo Jácome.

 

Seu maior mérito, além de constantes viagens por toda a costa, de São Vicente a Pernambuco, foi estimular a conquista do interior, ultrapassando e penetrando além da Serra do Mar. Foi o primeiro a dar o exemplo, ao subir ao planalto de Piratininga, para fundar a vila de São Paulo que viria a ser o ponto de penetração para o sertão e de expansão do território brasileiro. A pequena aldeia dos jesuítas tornou-se a mais importante cidade de hemisfério sul.

 

Em 1553, a Côrte envia novo Governador Geral, com nova esquadra armada para duelar com os franceses, e vieram 250 pessoas nesse grupo, dentre as quais, o noviço da Companhia de Jesus, José de Anchieta (não há data deste desembarque mas calcula-se que Anchieta chegou aqui, com 19 anos).

 

José de Anchieta (San Cristóbal de La Laguna, 19 de março de 1534Iriritiba, 9 de junho de 1597) foi um padre jesuíta espanhol, um dos fundadores de São Paulo e declarado beato pelo papa João Paulo II. É cognominado de "Apóstolo do Brasil". Anchieta viveu 63 anos, sendo os últimos 44 anos aqui no Brasil Colônia.

 

Nóbrega juntou-se em 1563 a José de Anchieta, desembarcado no Brasil como noviço em 1553, no trabalho de pacificação dos Tamoios em Iperoig, que retiraram apoio aos invasores franceses, finalmente derrotados.

Acompanhando a expedição de Estácio de Sá, encarregado de fundar uma cidade, São Sebastião do Rio de Janeiro, de cuja fundação participou, ali construiu um colégio jesuíta.

 

Conclusão  (Bella Paulicéia)

O Rei D.João III e a Corte Portuguesa, só dariam um cargo de tanta responsabilidade e competência, como o de chefe da primeira missão jesuítica à América, à alguém com muita cultura e experiência. Ninguém na Côrte daria o encargo de fundar uma cidade, a um noviço religioso, como o era José de Anchieta, que em 25 de janeiro de 1554 só tinha 19 anos de idade.

 

Nóbrega reunia tôdas essas qualidades; Dois cursos superiores, Filosofia e Direito Canônico; era amigo e conselheiro de Tomé de Souza, de Mem de Sá, de Estácio de Sá; era filho de Desembargador e sobrinho de Chanceler do Reino.

 

Fundou a Vila de São Paulo em 1554; ajudou Tomé de Souza (1502-1579) a refundar Salvador em 1549 e ajudou Mem de Sá, na pessoa de seu sobrinho Estácio de Sá a refundar o Rio de Janeiro (já criado por franceses) em 1565.

 

Atuou em São Paulo ao lado de padres experientes como Leonardo Nunes, (1490-1554) com 64 anos de idade; com João de Azpilcueta Navarro, (1522-1557) que estava com 32 anos e viveu 35 anos;  Antônio Pires atuou em Pernambuco e sem dados de idade; e os irmãos jesuítas Vicente Rodrigues e Diogo Jácome, (sem dados) e Manoel Paiva (primo de João Ramalho).

 

Foi determinante para Portugal a pacificação dos Tamoios (Confederação dos Tamoios) pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, concluída pelo armistício de Iperoig (1563); só nêsse ano José de Anchieta já estava um homem feito, com 29 anos de idade, e Nóbrega com 46 anos..

 

Estranho é ver muitos historiadores, o governo de São Paulo, e até o alto clero do Vaticano, concordarem com este equívoco, passado de geração em geração, sem uma análise mais profunda.

 

Porque mitificar José de Anchieta ?  (*)

(*) Leiam a 2ª matéria complementar sobre a atuação de ambos os Padres

 

O trabalho de Manuel da Nóbrega teve o caráter de ser a primeira missão jesuítica na América, e inspirou-se em Paulo de Tarso (São Paulo), que, por coincidência, foi o  primeiro cristão a levar eficientemente a mensagem de Jesus  ao Oriente Médio e à Europa, para a sofrida, mas gloriosa propagação do Cristianismo.

 

Nóbrega sendo admirador do trabalho de Paulo, imprimiu em seu trabalho de catequização, o mesmo amor cristão, e quis homenageá-lo na data de "sua conversão na estrada de Damasco", isto é, dando o nome de São Paulo  à nova cidade, exatamente no dia 25 de janeiro de 1554.

 

 

 

 

 

 
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