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Livro em quadrinhos sobre Revolução 1932
 

 

            
 
HISTORIADOR E CARTUNISTA RETRATAM A REVOLUÇÃO DE 1932 EM LIVROS DA IMPRENSA OFICIAL
O dia 9 de julho é uma das datas mais importantes para o estado de São Paulo, um marco na história dos paulistas pela Democracia. Em 1932 iniciou-se o movimento armado pela a promulgação de uma nova constituição e da redemocratização do Brasil, combatido por tropas federais do governo provisório de Getúlio Vargas aos longo de três meses. O movimento paulista saiu derrotado, mas seus ideais resultaram no inicio do processo de democratização do país com as eleições para a assembléia constituinte em 1933. A história do movimento e suas motivações podem ser conhecidas nas obras editadas pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: “Revolução Constitucionalista de 1932 em quadrinhos”, de Maurício Pestana, e “1932: Imagens de uma revolução”, de Marco Antônio Villa.
Revolução em quadrinhos
“Revolução Constitucionalista de 1932 em quadrinhos”, do escritor e cartunista Maurício Pestana, conta a história do movimento com linguagem infanto-juvenil. Por meio das ilustrações, busca a proximidade com os leitores ao relacionar episódios marcantes da guerra com cenários da atualidade. Com uma narrativa leve e ilustrada, o autor retrata cenários importantes no contexto da revolução e presentes no cotidiano dos paulistanos, como a avenida Nove de Julho, cujo nome faz referência à data de início do conflito, o obelisco do Ibirapuera, erguido em homenagem aos mortos na guerra, e a 23 de Maio, uma das principais vias da capital que lembra o dia de 1932 no qual quatro jovens foram mortos pelas tropas do Governo Vargas durante um confronto pré-revolução. As iniciais de Martins, Miragaia, Drausio e Camargo foram eternizadas com o nome Revolução MMDC, como o movimento era popularmente conhecido na época.
 
Os personagens dos quadrinhos são duas crianças e uma conta a história para a outra. O enredo começa em 1930, quando Getúlio Vargas chega ao poder após um longo período em que as oligarquias cafeeiras de São Paulo e Minas Gerais comandaram a política do país na chamada república café com leite. A publicação retrata cenas marcantes como as manifestações de rua, que reuniam milhares de civis, e o alistamento das mulheres. Ao final, ilustrações que compõem a narrativa são reproduzidas novamente ao lado das fotografias correspondentes. O álbum também destaca a participação dos negros, que representavam um terço das tropas revolucionárias.
Imagens de uma revolução
Ricamente ilustrado com imagens de armas, tanques de guerra, soldados no campo de batalha, recortes de jornal, mapa de São Paulo e cartazes de propaganda, “1932: Imagens de uma revolução” (esgotado) tem como elemento central a questão democrática como a grande herança da Revolução Constitucionalista. O livro resgata e dá a dimensão deste importante momento histórico, muitas vezes relegado a segundo plano, em que São Paulo tentou democratizar o País e iniciar um regime constitucional. Estima-se que 1.050 soldados federais e 634 constitucionalistas tenham morrido no conflito.
 
Villa trata também do percurso de alguns intelectuais como Oswald de Andrade e Cassiano Ricardo durante a Revolução e dedica um capítulo às artes desenvolvidas em 1932, com destaque para a música e a literatura. Ele mostra capa de títulos como “Diário de um Combatente desarmado”, de Sertorio de Castro; “S.Paulo Venceu!”, de Arnon de Mello; “São Paulo e sua guerra de seccessão”, de Almachio Diniz; e “Chorando e rindo...”, de Cornélio Pires entre outros.
 
 Traz ainda partituras de músicas e hinos como “A São Paulo”, com poesia de Fagundes Varella e música de Francisco Mignone”; “O passo do soldado – Marcha da Liga de Defesa Paulista”, com letra do sonetista Guilherme de Almeida e música de Marcelo Tupinamba; “Ilha das Flores”, de Augusto Miranda e outras. Trechos de um discurso pouco conhecido de Carlos Drummond de Andrade chamado “O soldado do Túnel” também estão no livro.
 
 
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