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Conjunto escultórico " Laocoonte "
CURIOSIDADE = Estátua Laocoonte criou polêmica que durou 451 anos e deu razão a Michelângelo
 

                                Grupo escultórico  “Laocoonte”  

 

Laocoonte

 

Obra    - Réplica da famosa estátua grega do Museu do Vaticano.

O grupo de Laocoonte é descrito por Plínio o velho, no volume 36 da sua Naturalis Historia, como uma obra de arte superior a qualquer pintura ou bronze conhecido do autor. A escultura encontrava-se então no palácio do Imperador Tito. A autoria da obra é atribuída por Plínio a Agesandro, Atenodoro e Polidoro, três escultores da ilha de Rodes.

 

Instalado no Parque do Ibirapuera

Bairro:   Moema

Região: Sul

Ano     : entre 1938 e 1945

Artistas: Liceu de Artes e Ofícios

                (*) Agrupamos em “Liceu” o mérito a toda equipe de escultores,

                     Professores e Alunos, grandes artistas, sem distinção.

Conjunto esculpido em bronze pelos artistas do Liceu de Artes e Ofício de S. Paulo.

Medidas = 2,20m x 1,65m x 0,65m do pedestal.

Original = o Grupo original está no Museu do Vaticano e uma réplica na galeria Uffizi em Florença.

É desta réplica que foram tirados os moldes e trazidos para São Paulo.

 

 

NOTA CURIOSA = a obra de arte foi primeiramente instalada na Av. 9 de julho, e, depois da inauguração do Parque do Ibirapuera, em 1954,  levada para lá.

 

(*) nota do site Bella Paulicéia

 

http://www.monumentos.art.br/monumento/laocoonte

            Cortesia de Walter Ramos

 

  • Laocoontis (em latim) = sacerdote de Apolo; troiano

( Dic. Latino-Português – organizado por Ernesto Faria para o Ministério da

  Educação e Cultura / 1962 )

 

LAOCOONTE Mitologia gr. Filho de Príamo e Hécuba, sacerdote de Apolo, advertiu os troianos contra os gregos, durante a Guerra de Tróia.

- Os troianos e os gregos guerrearam entre si durante dez anos. Fingindo desistir do cerco, os gregos deixaram um enorme cavalo de madeira do lado de fora dos portões de Tróia. Laocoonte suspeitou de traição e disse aos troianos que não levassem o cavalo para dentro dos muros da cidade. "Eu temo os gregos, mesmo quando trazem presentes", disse ele.

Mais tarde, enquanto Laocoonte e seus filhos prestavam culto aos deuses, duas serpentes marinhas os atacaram e os esmagaram até matá-los. O episódio serviu de tema a um célebre grupo esculpido na Antiguidade grega (séc. I a.C.), hoje no acervo do Vaticano.

Acreditando que isso fosse um castigo dos deuses, os troianos rejeitaram o aviso de Laocoonte e levaram o cavalo de madeira para dentro da cidade. Laocoonte estava certo. O cavalo levava em seu interior soldados gregos que saíram do seu esconderijo durante a noite e se apossaram da cidade. Virgílio descreve a morte de Laocoonte no segundo livro da Eneida.

 

©Enciclopédia e Dicionário Koogan-Houaiss Digital

Grupo de Laocoonte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O grupo de Laocoonte é uma escultura em mármore, também conhecida como Laocoonte e seus filhos, hoje em dia exposta no Museu do Vaticano, em Roma. A estátua representa Laocoonte e seus dois filhos, Antiphantes e Thymbraeus, sendo estrangulados por duas serpentes marinhas, um episódio dramático da Guerra de Tróia relatado na Ilíada de Homero e na Eneida de Virgílio. Laocoonte, um sacerdote de Apolo, foi o único que pressentiu o perigo que o cavalo de Tróia representava para a cidade e que protestou contra a ideia de o levar para dentro das muralhas. Segundo a lenda, Poseidon, um deus que favorecia os gregos, enviou então duas serpentes para calar a voz da oposição. O cavalo acabou por ser levado para Tróia, com as consequências trágicas que se conhece.

O grupo de Laocoonte é descrito por Plínio o velho, no volume 36 da sua Naturalis Historia, como uma obra de arte superior a qualquer pintura ou bronze conhecido do autor. A escultura encontrava-se então no palácio do Imperador Tito. A autoria da obra é atribuída por Plínio a Agesandro, Atenodoro e Polidoro, três escultores da ilha de Rodes. Através do cruzamento desta informação com o período de vida dos escultores, a estátua fica datada na segunda metade do século I a.C., mais provavelmente entre 42 e 20 a.C. A escultura foi provavelmente encomendada por um cidadão romano rico, mas não se sabe exactamente como foi parar às mãos imperiais. Após esta menção de Plínio, o grupo de Laocoon desaparece nos 1400 anos seguintes.

No dia 14 de Janeiro de 1506, o romano Felice de Fredi descobriu uma estátua durante trabalhos de manutenção da sua vinha, localizada na zona das antigas termas de Tito. A escultura desconhecida estava desfeita em cinco pedaços, mas todos os habitantes da Roma renascentista sabiam reconhecer uma obra clássica quando a viam e de Fredi passou a palavra a Giuliano de Sangallo, arquitecto do papa Júlio II. Sangallo acorreu ao local da descoberta de imediato trazendo consigo Michelangelo Buonarroti, que por coincidência almoçava na sua casa nesse dia. De imediato, os dois reconheceram a estátua desfeita como o grupo de Laocoon descrito por Plínio e enviaram a notícia da descoberta a Júlio II, que comprou a estátua na hora por 4140 ducados.

A redescoberta do grupo de Laocoonte causou sensação em Roma e a sua apresentação à cidade como parte da colecção dos jardins do Vaticano foi um acontecimento social. Felice de Fredi foi recompensado com uma pensão vitalícia de 600 ducados por ano e quando morreu, o seu papel na descoberta da estátua ficou mencionada no seu túmulo.

Apesar de ser considerada já então uma obra impressionante, o grupo de Laocoonte era uma estátua incompleta pois faltava o braço direito da figura do próprio Laocoonte. A omissão provocou o debate da comunidade artística romana, polarizado entre duas opiniões: Michelangelo sugeriu que o braço estivesse dobrado sobre o ombro do personagem, enquanto que a maioria defendia que estivesse, pelo contrário, distendido numa posição mais heróica. Júlio II organizou então uma competição informal onde os escultores pudessem propôr a sua solução para o problema. Rafael, como júri do concurso, acabou por escolher uma proposta que representava o braço esticado, e a estátua foi completada desta forma. Em 1957, o verdadeiro braço perdido de Laocoon foi descoberto num antiquário italiano e, como Michelangelo previra, estava de facto dobrado sobre o ombro.

O grupo de Laocoonte depressa se transformou numa celebridade na Europa e num motivo de cobiça. No âmbito dos tratados assinados com França, o papa Leão X prometeu oferecer a estátua ao rei Francisco I de França. Mas como este papa era um amante de arte clássica, e não pretendia separar-se da obra prima, encomendou uma cópia ao escultor Baccio Bandinelli, que acabou por ser o modelo de muitas outras versões menores em bronze. O tratado com os franceses acabou por não ser cumprido e esta cópia encontra-se hoje exposta na galeria Uffizi em Florença.

Em 1799, Napoleão Bonaparte conquistou a Itália e levou o grupo de Laocoonte para o Museu do Louvre, em Paris, como espólio de guerra. A estátua acabou por ser devolvida ao Vaticano por iniciativa britânica, depois da queda de Bonaparte em 1816.

O grupo de Laocoonte foi uma das influências principais nos trabalhos de Michelangelo posteriores à sua descoberta. O escultor italiano ficou bastante impressionado com a monumentalidade da escultura e a estética helenística das personagens, em particular a figura de Laocoonte.

                                                                                 

 

 
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