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" Pequenas histórias de algumas grandes árvores "
 

                          Pequenas histórias de algumas grandes árvores

 

Com licença e cortesia de Ricardo Henrique Cardim

http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/2008/12/13/a-arvore-simbolo-do-bairro-esquecida-no-parque-villa-lobos/

A árvore-símbolo do Bairro esquecida no Parque Villa-Lobos  (araucária)

A arborização realizada no parque paulistano Villa-Lobos é uma das mais modernas da cidade de São Paulo. Nas composições, muitas espécies nativas da Cidade, e principalmente nativas frutíferas, foram usadas. O resultado é uma grande diversidade de pássaros, bem maior do que nas ruas e outras regiões menos arborizadas da metrópole. Parabéns a quem idealizou e plantou, com certeza as futuras gerações de paulistanos agradecerão.

Porém, uma importante espécie foi esquecida. Situado no Bairro de Pinheiros, onde era o  antigo aldeiamento indígena de Pinheiros no século 16 e 17, esse nome não foi dado ao acaso. Naquela área existiam muitos pinheiros brasileiros, a araucária (Araucaria angustifolia), que se estendiam por todo o rio Pinheiros  até a vertente dos morros onde hoje são as Avenidas Cerro Corá,  Heitor Penteado e Paulista. 

Ali, no Parque Villa-Lobos, existem excelentes locais para se plantar  centenas pinheiros, inclusive no meio das matas implantadas, recriando a situação original de outrora, já que as araucárias não são adequadas para as ruas devido aos pesados galhos e pinhas, mas no Parque esse problema não existe e elas podem ser plantadas em extensas áreas.

Ricardo Henrique Cardim                        

A floração de uma paulistana da gema (Quaresmeira)

Talvez a árvore  nativa da cidade de São Paulo mais presente dentro da metrópole. Dentre uma imensa maioria de espécies estrangeiras (acredito que 80% do total da Cidade), a quaresmeira - Tibouchina granulosa - enfeita e alegra os paulistanos com suas coloridas flores roxas variando ao lilás nesse começo de 2009.

Presente naturalmente na floresta Atlântica de Encosta, aquela abundante na Serra do Mar, foi muito plantada a partir de meados do século passado nas ruas e praças. Embora adaptada ao ambiente urbano e sua poluição em diversos níveis, não são raros os indivíduos que sofrem na Capital e ficam com porte pequeno e poucas folhas e flores.

Mas por sua beleza, origem, e conexão cultural com São Paulo é um árvore indicada para plantio nas calçadas, já que possui um porte médio e raízes profundas.

Ricardo Henrique  Cardim 

http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/2008/12/13/

A histórica figueira do Largo da Memória - o “Piques”

O Largo da Memória é um local especial para a história da cidade de São Paulo. Ali, em tempos idos, era a confluência dos caminhos de tropeiros vindos do sul do País em direção a cidade de Sorocaba. Um monumento singular, todo em pedra - a pirâmide do Piques - foi inaugurado nesse espaço em 12 de outubro de 1814, sendo o primeiro da Cidade. 

Até o fim do século XIX o terreno em volta da Pirâmide era um capinzal, sendo arborizado nessa época. Uma velha figueira implantada provavelmente nessa ocasião,  resiste até hoje no coração da maior cidade brasileira. Trata-se de uma Ficus organensis Miquel, árvore nativa da vegetação original do Município e que pode alcançar grandes dimensões, como é o caso deste indivíduo, com as impressionantes raízes típicas do gênero e ampla copa.

Os dois monumentos, a figueira e o Piques, valem a visita para quem gosta de árvores e história. Fica ao lado da estação Anhangabaú do metrô e Rua Xavier de Toledo e Quirino de Andrade (antigo caminho de Sorocaba).

http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/2008/   

 

 Ricardo Henrique Cardim

 

 

 
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