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" Conde de Prates " - fazendeiro
 

                    Eduardo da Silva Prates – o 1º Conde de Prates

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Eduardo da Silva Prates, primeiro conde de Prates (São Paulo, 8 de novembro de 1860 - São Paulo, 22 de março de 1928) foi um negociante paulista, brasileiro, dedicado aos ramos imobiliário, bancário e férreo.

Filho de Fidêncio Nepomuceno Prates e de Inocência Júlia da Silva Machado, filha de João da Silva Machado, Barão de Antonina (Paraná, 11 de junho de 1782 - São Paulo, 19 de março de 1875). Casou-se com Antônia dos Santos Silva, irmã de Maria Hipólita dos Santos Silva, marquesa consorte do Marquês de Três Rios, Joaquim Egídio de Sousa Aranha (Campinas, 19 de março de 1821 - São Paulo, 19 de maio de 1893), a qual teve quatro filhos: Joaquim, José, Guilherme e Eduardo. O terceiro viria a se tornar o segundo conde de Prates.

Devido ao casamento, recebeu como herança a Fazenda Santa Gertrudes, tendo-a dinamizado e aumentado a já grande produtividade dessas terras. Em 1893, com o falecimento do Marquês de Três Rios e da Marquesa nos anos seguinte, a fazenda foi herdada por Eduardo Prates casado com a irmã da Marquesa de Três Rios, pois aquela não deixará descendentes diretos. Apesar das alterações resultantes da mudança de proprietário em 1895 não houve quebra no ritmo ascendente da fazenda.

Eduardo Prates acelerou ainda mais. Tornou-se proprietário da fazenda num período excepcionalmente favorável à expansão do café. Eduardo Prates era ativo homem de negócios, o capitalista de São Paulo, e, em 1895 se viu fazendeiro de café, proprietário da Fazenda Santa Gertrudes, considerada uma das mais importantes cafeeiras.

Não era Eduardo Prates o pioneiro em terras novas a despender energia e capacidade na luta contra a natureza, mas o proprietário enérgico e capaz, preocupado em estabelecer uma tecnologia mais avançada para o maior desenvolvimento de sua propriedade. Era o citadino transformado em fazendeiro, que ao receber como herança à fazenda (que pertencera à irmã de sua esposa), levou para o campo toda a sua vivência de homem de negócios, sempre aberto às inovações. Dedicava-se as atividades comerciais (importações e imóveis urbanos), bancárias, ao fomento da companhia paulista de estradas de ferro, da companhia de armazéns gerais de São Paulo e ainda a outras companhias de transportes e indústrias. A propriedade acabou por gerar o núcleo urbano da futura cidade paulista de Santa Gertrudes.

Foi-lhe conferido o condado pelo Papa Leão XIII, título esse de duas vidas.

 

 

 
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